Ana Flávia Galvão, de 28 anos, é de Uberlândia e segue no país asiático em meio à onda de manifestações que deixou 25 mortos; com aeroportos fechados, ela ainda não sabe quando voltará para casa.
Desde segunda-feira (8), manifestantes invadiram o complexo do Parlamento nepalês e atearam fogo à sede do Legislativo e em casas de ministros para protestar contra a desigualdade social, a corrupção e o bloqueio de redes sociais.


